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sábado, 1 de fevereiro de 2014

As corporações.

 
 
Sempre um estado precisa se preocupar com a economia, mais ainda hoje, a grande luta ainda seria equilibrar essa economia e seu povo, as necessidades de sua sociedade.
 
Ora, temos 1% de empresas que produzem mais de 70% do PIB brasileiro, e que emprega um pouco mais de 40% dos trabalhadores, e uma tecnologia que vai diminuir, a médio prazo, vagas de emprego. E esta minoria financia a classe política que legislam as leis, inclusive define orçamentos em todos os poderes, criando superfície de corrupção para bancar riquezas da política local, nos municípios, a célula menor da organização política, as verdadeiras dinastias.
 
Por isso falo de dois modelos, um que se degenera, a democracia baseada no presidencialismo de coalizão, pela promiscuidade entre os interesses partidários e dos políticos, e a necessidade de aprovação das leis e projetos - mais de 1000 projetos foram propostos menos de 15 aprovados em 2012, e não porque são incompetentes, são competentes e ricos. O outro modelo que cresce mundialmente por influência desta força privada, à partir daquele financiamento dos candidatos, seria o capitalismo de estado, que é a  legislação por interesse das corporações, um neo-corporativismo, que lucra com a dívida interna e com a economia, e que levam estes volumosos rios de riquezas para o mesmo mar, um mar interno privado, de poucas famílias.
 
A mão não é mais invisível... Nunca foi, mas agora dá para vê nos grande prédios das grandes cidades, e o que muda é apenas o nível de autocracia do estado, e a língua de seus subservientes.

E onde estão estes 1% de corporações?

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Slavoj Žižek!




Um pouco do anti-pós-modernista, Marxista, Hegeliano e Lacaniano!

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Primavera no inverno do sul.


Na Tunísia, o ato de Mohamed Bouazizi.


O que o Brasil precisa é de honestidade e coragem, honestidade de defender sua bandeira ou ideologia de maneira clara, sem ser reprimido e sem usar a violência, de ser honestamente ambicioso ou solidário, de concordar com um estado forte ou não, de não aceitar a corrupção, privada ou pública, e entender que os políticos precisam ser honestos e mostrar resultado para quem os elegeu. E a coragem porque é a mãe de todas as outras virtudes.

A revolta e o ódio que alguns demonstram também é honesta, a revolta dos esquecidos, dos que o nosso sistema político esquece e tolheu oportunidade, esfregando na cara deles os privilégios e negociatas, essa segunda cidade, que apanhar da polícia é com hora marcada, que a condução leva duas horas, para ir e para vir, e que no final do dia guarda em sua bolsa o rancor e humilhação, como em 2005 na revolta do subúrbio francês, com mais de 3.000 carros queimados em 14 dias, como em LA em 1992, como o início da primavera árabe, na imolação do tunisiano Bouazizi (na foto), a revolta de alguns é o costume com o horror, que não temos. Até essa revolta é honesta, uma pena que é assim, e não precisava. 

Mas mesmo que imperfeita, ainda prefiro a liberdade, um estado fascista e opressor é andar contra o que já fomos, e já somos mais que aquilo, agora.

Mas até para uma criança nascer ela chora, dando voz a sua indignação.



terça-feira, 19 de março de 2013

O horror, o horror faz 10 anos.



A invasão do Iraque faz 10 anos. 


Mais de 2 trilhões de dólares gastos e mais de 160 mil mortos. E um paraíso para empreiteiras e empresas de petróleo.

Mas é nada perto disto...




Richard Yarosh, ferido no Iraque.



Inspirado em... Socialista morena.



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O muro de carne.




Linda do Rosário:O muro da instalação da artista plastica Adriana Varejão.

Foucault e Pink Floyd?



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Subversivo.

Aaron Swart  *Chicago, 8 de novembro de 1986  +Nova Iorque, 11 de janeiro de 2013

Não tenho nada para falar deste subversivo, não mais que a Jornalista Eliane Brum.


 – Eu sinto fortemente que não é suficiente simplesmente viver no mundo como ele é e fazer o que os adultos disseram que você deve fazer, ou o que a sociedade diz que você deve fazer. Eu acredito que você deve sempre estar se questionando. Eu levo muito a sério essa atitude científica de que tudo o que você aprende é provisório, tudo é aberto ao questionamento e à refutação. O mesmo se aplica à sociedade. Eu cresci e através de um lento processo percebi que o discurso de que nada pode ser mudado e que as coisas são naturalmente como são é falso. Elas não são naturais. As coisas podem ser mudadas. E mais importante: há coisas que são erradas e devem ser mudadas. Depois que percebi isso, não havia como voltar atrás. Eu não poderia me enganar e dizer: “Ok, agora vou trabalhar para uma empresa”. Depois que percebi que havia problemas fundamentais que eu poderia enfrentar, eu não podia mais esquecer disso.



Não tem mais o que falar...

A não ser: "Escutem aqui, vermes!!! Vocês não são especiais. Vocês não são um belo ou único floco de neve. Vocês são feitos da mesma matéria orgânica em decomposição como tudo no mundo." Clube da luta.

sábado, 20 de outubro de 2012

Pirataria e bloqueio a faixa de Gaza: Israel.


Aqui está a tripulação do #Estelle, tão perigosa para Israel que ainda em águas internacionais foram abordadas pelas IDF. E agora estão chegando ao porto de Ashdod, em   Israel, novamente por ações militares ilegais do governo sionista que vão contra a democracia, os direitos humanos, leis internacionais e marítimas.


"Às 5h da manhã (hora do Brasil) o Estelle foi atacado, em águas internacionais, a 17 milhas náuticas do Egito, pela marinha pirata sionista. O pessoal da Frota perdeu contato com o navio. Estamos aguardando notícias".



(Baby Siqueira Abrão, Brazilian journalist in Middle East)


Localização do #Estelle no site Marinetraffic.com


Israel pode agir impunemente em águas internacionais?