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domingo, 26 de janeiro de 2014

Fading in the grass...










We are but a moment's sunlight, fading in the grass...




domingo, 4 de novembro de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

Capitalismo perpétuo.

“Pode ser um moto perpétuo, mas levará uma eternidade para testá-lo”.

Cartum por Donald Simanek. 



"...máquinas de mentir, máquinas de castrar, máquinas de dopar: os meios de comunicação se multiplicam e divulgam democracia ocidental e cristã junto com violência e molho de tomates. não é necessário saber ler e escrever para escutar os rádios transistores ou olhar a televisão e receber o recado cotidiano que ensina a aceitar o domínio do mais forte e confundir a personalidade com um automóvel, a dignidade com um cigarro e a felicidade com uma salsicha."
Eduardo Galeano.





quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Se você tem...




Se você tem comida na sua geladeira, roupas para usar, um teto sobre sua cabeça e um lugar para dormir ... você é mais rico que 75% do mundo.

Se você tem dinheiro no banco, na sua carteira alguns trocados, você está entre os 8% mais ricos do mundo.

Se você acordou esta manhã bem de saúde,  você é mais abençoado que o milhão de pessoas que não sobreviverá esta semana.

Se você nunca experimentou o perigo de uma batalha ou a agonia de uma prisão, tortura ou as pontadas de uma fome horrível, você tem mais sorte que 500 milhões de pessoas vivas e que tem estes sofrimentos.

Se você pode ler esta mensagem você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo que não pode lê-la totalmente.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Obediência e trabalho.


Ilustração de Banksy.



As dialéticas que não se tocam – Ou a tara social da obediência ao trabalho.
                                                                                                 Atanásio Mykonios





sábado, 19 de novembro de 2011

Esperado, o novo.




À ESPERA DOS BÁRBAROS

                           Konstantinos Kaváfis

O que esperamos na Ágora reunidos?
É que os bárbaros chegam hoje.
Por que tanta apatia no senado?
Os senadores não legislam mais?
É que os bárbaros chegam hoje.
Que leis hão de fazer os senadores?
Os bárbaros que chegam as farão.
Por que o imperador se ergueu tão cedo
e de coroa solene se assentou
em seu trono, à porta magna da cidade?
É que os bárbaros chegam hoje.
O nosso imperador conta saudar
o chefe deles. Tem pronto para dar-lhe
um pergaminho no qual estão escritos
muitos nomes e títulos.
Por que hoje os dois cônsules e os pretores
usam togas de púrpura, bordadas,
e pulseiras com grandes ametistas
e anéis com tais brilhantes e esmeraldas?
Por que hoje empunham bastões tão preciosos
de ouro e prata finamente cravejados?
É que os bárbaros chegam hoje,
tais coisas os deslumbram.
Por que não vêm os dignos oradores
derramar o seu verbo como sempre?
É que os bárbaros chegam hoje
e aborrecem arengas, eloqüências.
Por que subitamente esta inquietude?
(Que seriedade nas fisionomias!)
Por que tão rápido as ruas se esvaziam
e todos voltam para casa preocupados?
Porque é já noite, os bárbaros não vêm
e gente recém-chegada das fronteiras
diz que não há mais bárbaros.
Sem bárbaros o que será de nós?
Ah! eles eram uma solução.

sábado, 8 de outubro de 2011

A coisa mais importante do mundo.



Discurso de Naomi Klein, ativista militantes anticapitalistas Canadense.

Na Assembleia Geral do movimento Ocupar Wall Street

...

Há outra coisa que este movimento está fazendo certo. Vocês se comprometeram com a não-violência. Vocês se recusaram a entregar à mídia as imagens de vitrines quebradas e brigas de rua que ela, mídia, tão desesperadamente deseja. E essa tremenda disciplina significou, uma e outra vez, que a história foi a brutalidade desgraçada e gratuita da polícia, da qual vimos mais exemplos na noite passada. Enquanto isso, o apoio a este movimento só cresce. Mais sabedoria.

Mas a grande diferença que uma década faz é que, em 1999, encarávamos o capitalismo no cume de um boom econômico alucinado. O desemprego era baixo, as ações subiam. A mídia estava bêbada com o dinheiro fácil. Naquela época, tudo era empreendimento, não fechamento.

Nós apontávamos que a desregulamentação por trás da loucura cobraria um preço. Que ela danificava os padrões laborais. Que ela danificava os padrões ambientais. Que as corporações eram mais fortes que os governos e que isso danificava nossas democracias. Mas, para ser honesta com vocês, enquanto os bons tempos estavam rolando, a luta contra um sistema econômico baseado na ganância era algo difícil de se vender, pelo menos nos países ricos.

Dez anos depois, parece que já não há países ricos. Só há um bando de gente rica. Gente que ficou rica saqueando a riqueza pública e esgotando os recursos naturais ao redor do mundo.

...

http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9518%2Fa-coisa-mais-importante-do-mundo

http://nicka77.wordpress.com/2009/02/13/naomi-klein/


Alguém espera a primavera americana?



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Genocídio, quando isso acaba?



Cenas fortes, que podem assustar pessoas sensíveis.



Resultado da resistência da ditadura Líbia, como forma de assustar e punir os rebeldes. Repete-se um fenômeno aterrorizante da imposição de ideia através da força, o genocídio, como capacidade de odiarmos o diferente ou manter privilégios.

Assim tropeça a humanidade... Assim ela o é.

domingo, 18 de setembro de 2011

#OccupyWallStreet


Watch live streaming video from globalrevolution at livestream.com

Quantos de vocês souberam que houve uma ocupação em Wall Street?

"A única coisa que temos em comum é que somos 99% do povo que não tolera a cobiça e corrupção de 1%", afirma um comunicado publicado no site "Occupy Wall Street".
https://occupywallst.org/

domingo, 4 de setembro de 2011

McCord e Nietzsche.





"Na afirmação da morte ele se inventa, nada esta estabelecido. Nem a moral, nem deus, nem seu pai, nem o professor, nem o estado o determina, e sim, o momento supremo, aquele em que sua vontade é estabelecida, no enfrentamento. E nesse instante supremo, no seu gesto, ele enfrenta tudo que lhe é contraditório.", e assim escolhe, o sangue em sua farda o inventou novamente.





Especial Nietzsche - Viviane Mosé - Café Filosófico

domingo, 28 de agosto de 2011

Mundo livre.



O que sempre me deixou consternado é a capacidade do homem tornar outro homem seu escravo, em nome de um deus, do dinheiro ou da violência. Através destas artimanhas, algumas desprezíveis, como a economia global, racismo e sua variação, a xenofobia, sexismo e o especismo - aqui com outro ser vivo, e isso para ter uma "banheira de ouro" - prefiro um dia de sol num rio ou a água da chuva - para mostrar para seus cupinchas o que o seu poder lhe traz de benefício. Mas é assim, sempre foi, e será ainda por muito tempo. Eu que tenho esta mania de pensar em um mundo utópico, como os clãs escoceses na idade média e os dos mongóis pré-históricos, os índios na antiguidade americana ou as tribos na nova guiné. E não, não sou um pensador como Rosseau, se bem que a princípio acho válido, tendo mais para Thoreau e a desobediência civil. Os grandes feitos, a glória, o "nome na história" que moveu esse grandes conquistadores do nada, essa ambição por mais, e que tolamente só destrói o outro lado da "humanidade", ou mesmo o planeta, mas somos assim. Nietzsche explica e espera que o super-homem sobreviva, o ser individualmente completo, que se basta em si, que não sofre influência do estado, da moral estabelecida, da "glória egoísta" ou do poder pelo poder. E assim, de forma anárquica e responsável, ser por todos, e que todo ser senciente tenha direito a este planeta e a vida.

E daí, me pergunto, a que serve todo poder? A que serve todas as ditaduras?



"Eu vejo uma mulher na noite com um bebe em suas mãos
Debaixo de um velho poste de luz ao lado de uma lixeira
Agora, ela joga a criança fora e vai embora
Ela odeia a sua vida e o que ela fez..."


Continuem "cantando rock" por um mundo livre!

domingo, 10 de julho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A diversidade.



La diversité = "Liberté, Egalité, Fraternité".

Pela diversidade, igualdade e fraternidade.