domingo, 8 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

O estrago do liberalismo.



"Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar, mas da consideração em que eles têm o seu próprio interesse. Apelamos, não para a sua humanidade, mas para seu egoísmo, e nunca lhes falamos das nossas necessidades, mas das vantagens deles"


Adam Smith.


"Na sociedade capitalista a alienação tem duas faces: o proletário aliena-se porque nesse acto produtivo que é o trabalho ele é escravo do desejo de lucro que constitui a obsessão do capitalista (este reduz o operário a uma condição animalesca); o capitalista também está alienado (separado da sua humanidade): obcecado pelo desejo de lucro, de acumulação de riqueza, torna-se escravo desse desejo, não é um homem entre os homens, mas o lobo insaciável que devora e consome a vida dos outros."


Carl Marx.



 Contra o estrago do liberalismo, recuperar o Marx filósofo.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19334


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Você é manipulado?



Isso não é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

domingo, 1 de janeiro de 2012

O Valhalla.





Eu ri...


Mas como todo idealista de merda, idealizo até meu inferno, em um bar de stripper, em New Orleans numa terça de mardi grais, onde rola Rhythm'n'blues, rock'n'rolls, Blues e Jazz all nigth long, e o whisky de milho não acaba nunca.



Conquistar o mundo.










Diz uma piada de biólogos, que eles desistiram de conquistar o mundo depois de analisar o trabalho que daria.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Mais um ano.

Eu ia criar um post...

Mas visitem este aqui  do Sávio,

Eu não posso desejar mais nada... Só um...




FELIZ 2012!!!








segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Só uma parte de mim.

 

nalgum lugar em que eu nunca estive 

e. e. cummings 


nalgum lugar em que eu nunca estive,alegremente além
de qualquer experiência,teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto

teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos,nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando sutilmente,misteriosamente)a sua primeira rosa

ou se quiseres me ver fechado,eu e
minha vida nos fecharemos belamente,de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;

nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade:cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira

(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre;só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva,tem mãos tão pequenas

tradução:  Augusto de Campos

domingo, 25 de dezembro de 2011

A história se repete.





"A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. 

Karl Marx
 

"nada há de novo debaixo do sol".
Hegel, citando o Eclesiates 1:5 





"O eterno retorno do mesmo: A história não é finalista, não há progresso nem objectivo".

Friedrich Nietzsche




 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Natal e amigos.


 
Só cultivando amigos é que você pode ir longe demais. 
Feliz Natal!
 
And Happy Birthday, Vedder!


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tem razão, Mikhail!!




“Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo.
            Quem duvida disso não conhece a Natureza Humana”

Mikhail Bakunin ( 1814 – 1876)


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Obediência e trabalho.


Ilustração de Banksy.



As dialéticas que não se tocam – Ou a tara social da obediência ao trabalho.
                                                                                                 Atanásio Mykonios





quinta-feira, 15 de dezembro de 2011



"A raça humana exagera em tudo: seus heróis, seus inimigos, sua importância."



Charles Bukowski

sábado, 10 de dezembro de 2011

FLY!


Ele tinha tudo para dá certo. Boa pessoa, respeitoso das regras, desta e da outra vida. Quando os tempos mudaram, e nada poderia salva-lo. Os que hora descansaram a cabeça em seu ombro, Que ficaram sob a sombra, sua vasta e acolhedora sombra, Os que se esconderam em suas folhas, em algum momento, o deixaram só. Agora, ele ficou só naquele corredor, só, você imagina o que é isso? Trancado nele mesmo. Quando ele saiu, os olhares mudaram. Quando ele os procurou, as suas caras de asco o jogou novamente, naquele corredor, escuro. Ele então procurou o oceano, que nada julga, que só envolve. Que a seu tio louco, deu a paz. Sentado na calçada, caminhando na estrada, ele olhava o mar. Quando uma onda lhe deu um soco direto no queixo. Deixando-o de joelhos. E então, entregou-lhe, novamente, asas. Agora, ele não era grande, ele voava. De braços bem abertos, pisando sobre o mar, ele voltou para casa. Para onde nunca deveria ter saído. Mas... Algo dentro dele, o fez retroceder, tolice, Eles não se importam, com a possível chave que os libertam de si mesmo. Eles não se importam. Assim, ele foi ofendido, despido de tudo que ele ainda acreditava. Por homens sem dicernimento. Bem, foda-se... Agora ele voa. E é isso o que ele prega agora, É só o amor que o interessa. E esse ponto no céu, que você vê, é o homem que sabe voar. Inteiro e bastante.

sábado, 3 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011