"Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você."Nietzsche.
"Um filhote de lobo será sempre lobo, ainda que criado entre os filhos do homem." Ditado Sufi.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Dança no abismo.
Alguns entendem...
sábado, 1 de outubro de 2011
Rehab.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Mudando os paradigmas da educação.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Frutos da terra.
"Camarada, eu te ensinarei o furor!!!"
Andrè Gide.
"Tu não me dominarás, tristeza! Ouço um canto suave através das lamentações, dos soluços. Um canto cujas palavras invento a meu talante. Um canto que me fortalece o coração quando o sinto prestes a ceder. Um canto que encho com teu nome, Camarada, e com um apelo aos que com ânimo responderão:
Erguei-vos frontes inclinadas! Olhares voltados para os túmulos, erguei-vos. Não para o céu vazio, mas para o horizonte da terra. Para onde te conduzirão teus passos, Camarada, regenerado, valente, disposto a sair desses lugares empestados pelos mortos; deixa tua Esperança transportar-te para a frente. Não permitas que nenhum amor ao passado te retenha... Lança-te para o Futuro! A poesia, cessa de transferí-la para o sonho; saibas vê-la na realidade. E se não estiver nela ainda, coloca-a lá!
As sedes não estancadas, os apetites insatisfeitos, os frêmitos, as esperas vãs, as fatigas, as insônias... que tudo te seja poupado, ah, como o desejaria, Camarada! Inclinar para tuas mãos, teus lábios, os galhos de todas as árvores frutíferas. Fazer ruírem os muros, abaterem-se diante de ti as barreiras sobre as quais o açambarcamento ciumento acaba de escrever: "Entrada proibida. Propriedade particular". Obter enfim que te caiba a recompensa integral de teu trabalho. Erguer tua fronte e permitir enfim que teu coração se encha não mais de ódio e inveja, mas sim de Amor! Sim, permitir enfim que todas as carícias do ar, os raios do Sol e todos os convites à felicidade te atinjam.
Ó tu para quem escrevo – a quem chamava outrora por um nome que hoje se me afigura demasiado dorido, a quem eu agora chamo Camarada – não admitas mais nada de dorido no teu coração.
Saibas obter de ti o que torne a queixa inútil. Não implores mais de ourem o que podes obter.
Eu vivi; é tua vez agora. É em ti que doravante se prolongará minha juventude. Dou-te procuração. Se sentir que sucedes a mim, aceitarei melhor a morte. Transfiro-te minha Esperança.
Sentir-te corajoso permite-me deixar a vida sem lamentos. Toma minha alegria. Faze tua felicidade do aumento da de todos. Trabalha e luta e nenhum mal aceites que possas mudar. Cumpre que saibas repetir sem cessar: depende de mim! Ninguém se conforma sem covardia com todo o mal que depende dos homens. Deixa de acreditar, se jamais o acreditaste, que a sabedoria está na resignação; ou deixa de pretender à sabedoria.
Camarada, não aceites a vida tal qual a propõem os homens. Não cesses de te persuadir que ela poderia ser mais bela, a vida; a tua e a dos outros homens; não uma outra, futura, que nos consolasse desta e nos ajudasse a aceitar sua miséria. Não aceites! Quando começares a compreender que o responsável por todos os males da vida não é Deus, que os responsáveis são os homens, não te conformarás mais com esses males.
Não sacrifiques aos ídolos...."
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Genocídio, quando isso acaba?
domingo, 18 de setembro de 2011
#OccupyWallStreet

Quantos de vocês souberam que houve uma ocupação em Wall Street?
"A única coisa que temos em comum é que somos 99% do povo que não tolera a cobiça e corrupção de 1%", afirma um comunicado publicado no site "Occupy Wall Street".https://occupywallst.org/
domingo, 11 de setembro de 2011
A civilização.

Os erros não se tornam verdadeiros por se difundir e multiplicar facilmente. Da mesma forma, a verdade não se torna erro pelo fato de ninguém a ver.
Mahatma Gandhi
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
O Brasil não conhece o Brasil.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Saudação Lupina: Farrokh Bulsara.
domingo, 4 de setembro de 2011
McCord e Nietzsche.

Especial Nietzsche - Viviane Mosé - Café Filosófico
sábado, 3 de setembro de 2011
Blues, blues!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Wolves nie vergessen.
Tempos modernos, procurando a sua quimera ou Dandara,E a esfinge da produção vem e te devora.A roda então gira, moendo tudo que restara.Tempos modernos, sua princesa ou seus sonhos de nada,Mas, branca, branquinha, a minha esperança continua imaculada,E então esperando, pela a grande esfinge, ser devorada.E o mesmo que antes, acordar ensanguentado no seu campo de batalha.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Só rosnando.
domingo, 28 de agosto de 2011
Mundo livre.
"Eu vejo uma mulher na noite com um bebe em suas mãosDebaixo de um velho poste de luz ao lado de uma lixeiraAgora, ela joga a criança fora e vai emboraEla odeia a sua vida e o que ela fez..."
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Double Lennon.
domingo, 14 de agosto de 2011
Jazz Radio
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
animals
I stand and look at them long and long.
They do not sweat and whine about their condition;
They do not lie awake in the dark and weep for their sins;
They do not make me sick discussing their duty to God;
Not one is dissatisfied-not one is demented with the mania of owning things;
Not one kneels to another, nor his kind that lived thousands of years ago;
Not one is responsible or industrious over the whole earth."
sábado, 6 de agosto de 2011
Liberdade e genocídio.
Um pensamento nascido numa terra então infértil de esperança e cheio de "Rotas alteradas", foi base do totalitarismo, de um nacionalismo xenófobo e na violência do estado. Tudo isto permeado por uma visão religiosa e iluminista deturpada e baseada nas técnicas de propaganda em massa e culto a personalidade e de signos – Tudo que não é muito estranho a humanidade – que deu no holocausto como destino do absurdo no humanismo, que nem para eles era o motivo fim, mas apenas uma extirpação de um mal, uma limpeza.
Mas mesmo toda essa inquietação não admite o que veio depois, na corrida armamentista do racional a partir de conceitos físicos modernos, a criação da bomba atômica, e com o motivo de finalizar mais rapidamente a guerra aguerrida contra os filhos do sol nascente, foi usada de forma indiscriminada contra civis, para causar o maior temor possível, e não contra alvos militares onde o alvo menor era passível de erro e de movimento pífio, e enfim, contra alvos econômicos, talvez com o motivo escuso de enfraquecer ainda mais o derrotado. Todos os motivo racionais para causar o mais espetacular e tétrico flagelo a todos nós, humanos, e aos japoneses em particular. E em nome da liberdade, o ideal humanista pelo iluminismo. E que foi ainda perpetuado por vários anos e exigiu mais vidas, como preço durante a guerra fria, tudo pelo poder econômico e mercantilista.
Só dá para entender tudo isto reconhecendo a contradição humana, onde o maior armamento já pensado, trouxe a paz, mas não a Paz, pois era só medo. Medo que não existe no regime totalitarista e teocrático. E é este o absurdo que vivemos atolados até o pescoço.
Escreveu o velho Hank:
“…
Radiated men will eat the flesh of radiated men
The sea will be poisoned
The lakes and rivers will vanish
Rain will be the new gold
The rotting bodies of men and animals will stink in the dark wind
The last few survivors will be overtaken by new and hideous diseases
…“
O velho solitário, e sacana, entendeu muito bem o nosso tempo.
